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Observatório do Desenvolvimento Capixaba realiza Primeiro Seminário Temático

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Na manhã de sexta-feira, 06 de novembro, o Observatório do Desenvolvimento Capixaba deu início a uma série de Seminários Temáticos. Os Seminários temáticos possuem como objetivo estimular uma discussão qualificada de temas fundamentais ao desenvolvimento, com a participação de profissionais de diferentes áreas de formação que contribuem para o desenvolvimento do estado capixaba.

O primeiro Seminário foi sobre o tema Segurança Hídrica. A água é um recurso natural essencial para o desenvolvimento. Disponibilizar água potável e saneamento é um dos 17 objetivos do Desenvolvimento Sustentável elencados pela Organização das Nações Unidas (ONU).  De acordo com a ONU (2020) estima-se que um bilhão de pessoas carece de acesso a um abastecimento de água suficiente, cujo critério é o fornecimento de 20 litros por pessoa por dia, a uma distância inferior a mil metros.

No Espírito Santo, a questão hídrica é latente de norte a sul do estado, com regiões muito críticas como Centro-Oeste, Noroeste, Nordeste e Sul. Para debater essa questão, o Observatório de Desenvolvimento Capixaba convidou dois doutores em Engenharia Agrícola com vasta produção acadêmica e diversas contribuições para a questão hídrica no Espírito Santo.

O primeiro palestrante, Prof. Dr. Abrahão Elesbon, ministrou sua palestra discutindo os conceitos de Segurança Hídrica no contexto do Desenvolvimento Regional Sustentável. O professor Abrahão ressaltou que o termo Segurança Hídrica conceitualmente diz respeito a “assegurar o recurso hídrico, tornando-o estável, diminuindo os riscos, incertezas, danos entre outros”. Ainda destacou que Segurança Hídrica não pode ser vista apenas no âmbito quantitativo, mas também no âmbito qualitativo o que implica ser rigoroso no tratamento do “esgotamento doméstico; esgotamento industrial: mineração, siderurgia e celulose e, esgotamento agrícola: fertilizantes e defensivos agrícolas”.

Em seguida o Prof. Dr. José Geraldo ministrou sua palestra intitulada “Climatologia da Precipitação e Disponibilidade Hídrica no Espírito Santo”. O professor mostrou inicialmente que o Espírito Santo é um estado com predominância de terras quentes e tem uma agricultura relevante para sua atividade econômica, demandando assim uma disponibilidade hídrica significativa, isto é, “67% a 68% do estado requer irrigação para que possamos ter produtividade, com tecnologia e qualidade”.

Ademais destacou que o litoral sul capixaba (Vitória e Serra por exemplo) possui uma quantidade expressiva de chuvas o que mascara o sentimento de que está tudo bem. Nesta região concentram os tomadores de decisão e é necessário compreender que caminhando a oeste do estado, a situação é diferente. Nessa última região, a precipitação é bem mais baixa, a seca é uma realidade necessitando de políticas específicas para a região.

Para acompanhar o Seminário Temático – Segurança Hídrica -, acesse ao conteúdo no canal do Youtube do Observatório do Desenvolvimento Capixaba, disponível em https://www.youtube.com/watch?v=JSQpI0iXKLc

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O emprego formal no Espírito Santo em 2020: uma olhar sobre as microrregiões capixabas e os impactos da covid-19

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As análises realizadas pelo Observatório do Desenvolvimento Capixaba – ODC já apontavam que 2020 seria um ano de desafios tanto para a economia brasileira quanto para a economia capixaba. Em termos da dinâmica do mercado de trabalho, o país havia fechado o ano de 2019 com taxa de desemprego de 11,9%, o que representa quase 12 milhões de desempregados. Soma-se a isso o fato de que em janeiro de 2020 a informalidade foi uma dura realidade para 40,7% da população ocupada, atingindo 38,3 milhões de trabalhadores. A taxa de trabalhadores subutilizados representava 23,2%.

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Breve reflexão sobre a recuperação após a pandemia

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Como será o mundo após a pandemia? Viveremos uma recuperação em V, U ou L? Muito se tem especulado sobre os desdobramentos da pandemia de Coronavíus (Covid-19) e como seria o novo futuro após a crise. Nessas horas incertas, como muito bem expressou o filósofo Paul Valéry (1871-1945) na década de 1920, vivemos um lugar comum ao dizer que o futuro não será mais como antes. Afinal, o que está ao nosso alcance avaliar? Quais são as perspectivas para o Espírito Santo e o Brasil?

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Economia e saúde: cooperação para o enfrentamento da crise do Coronavírus

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Em tempos de pandemia do Coronavírus em que uma série de profissionais das mais distintas áreas de formação está empenhada em desenhar e executar políticas de enfrentamento da crise, muitos especialistas, principalmente os economistas precisam ainda dedicar parte do seu tempo para explicar à sociedade a necessidade premente de cooperação entre economia e saúde. Isso porque foi disseminada entre a sociedade a ideia de que o combate ao vírus, por meio do distanciamento social, provocará um caos econômico e é preciso prioritariamente salvar a economia. Criou-se a falácia do dilema entre economia e saúde.

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